quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Planejamento e Gestão de Carreiras


                                                                                                                                  Por Paulo Vinícius

O ponto de partida para o sucesso na vida profissional é iniciado a partir do desenvolvimento do plano de carreira. O profissional precisa definir o seu objetivo, ou seja, saber exatamente aonde ele quer chegar, para assim, traçar as metas e as estratégias a fim de concretizar o seu sonho, que na verdade são os seus objetivos traçados.


O profissional precisa reconhecer que ele é o responsável pelo gerenciamento e planejamento de sua carreira, por isso é fundamental e importante definir, planejar, executar e analisar periodicamente as suas atitudes e comportamentos que tomará na vida profissional, dessa forma poderá lograr o êxito do sucesso.

Costumo fazer analogia da nossa carreira como uma organização. Como toda empresa, para sobreviver no mercado e vencer a concorrência ela deve funcionar da seguinte forma: fazer investimentos, mensurar seus gastos através do fluxo de caixa, inovar constantemente, gerenciar, planejar, ter gestão eficiente, ser empreendedora e precisa acima de tudo ser construída a partir de vivências e experiências, bem como de muito estudo e aprendizados diversificados. Assim também deve funcionar a nossa carreira, precisamos tomar as rédeas da nossa profissão, sabendo gerenciá-la e fazer investimentos, principalmente na educação, que torna-se o ativo mais importante da nossa S/A.

Portanto meus caros para obtermos sucesso precisaremos dar o primeiro passo, e ele começa com um bom planejamento. Nos próximos dias irei dar algumas dicas importantes para tornar o nosso planejamento de carreira mais eficiente e estratégico.





site: www.unionholdings.com.br
email: paulo.ferreira@unionholdings.com.br
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
IBM é eleita a melhor empresa para gays, lésbicas e bissexuais trabalharem





A associação Stonewall, do Reino Unido, faz uma seleção anual das melhores empresas para funcionários gays, lésbicas e bissexuais (GLB) trabalharem. Por conta dos investimentos no treinamento dos profissionais para lidar com a diversidade sexual e pela criação de um ambiente de trabalho respeitoso e inclusivo, a IBM ficou este ano pela segunda vez no topo do ranking. O resultado foi divulgado em janeiro. O executivo-chefe da empresa no Reino Unido, Brendon Riley, disse que está “extremamente orgulhoso” com o título e falou sobre a importância do ranking para a IBM. “Desde o último prêmio, fizemos um enorme trabalho para reavaliar e fortalecer nossas estratégias GLB como parte de nosso compromisso com a diversidade. Olhamos mais a fundo nossos funcionários GLB para garantir a entrega de valor tanto para a empresa quanto para os colaboradores,” afirmou Riley. “A diversidade está no nosso caráter, na nossa identidade e no nosso sucesso – está no nosso DNA.” Cerca de 350 empresas se cadastraram para participar da edição mais recente do ranking que contou com uma pesquisa realizada entre 7 mil funcionários LGBT. A seleção anual da Stonewall existe desde 2006.









Fonte Canal RH.


Acesse o site da UNION HOLDINGS











Worklovers: muito trabalho, muito amor e muitas alegrias



Primeiro é preciso tomar fôlego, respirar fundo e... vamos lá: Walter Machado de Barros Sócio-proprietário da WMB consultoria, especializada no atendimento a empresas em crise, presidente do Conselho de Administração do Instituto Brasileiro dos Executivos de Finanças, conselheiro-executivo do World Trade Center, auditor do BIC Banco, conselheiro-fiscal da Anhanguera Educacional, conselheiro-consultivo do Programa de Certificação do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa. Pode parecer o currículo de uma vida profissional de sucesso, mas são as atividades que o economista e administrador Walter Machado de Barros, de 63 anos, desenvolve no momento, todas ao mesmo tempo. Mas, apesar do que pareça, ele não é um workaholic. Sim, é bastante trabalho, numa carga que varia de dez a doze horas por dia, inclusive num escritório bem montado em casa. Mas, como explica o pesquisador em psicologia social Wanderley Codo, do Laboratório de Psicologia do Trabalho da Universidade de Brasília (UnB), “nem todo mundo que trabalha bastante pode ser chamado de workaholic”. Codo procura difundir uma nova terminologia para descrever pessoas com o perfil de Walter Machado de Barros: worklovers. “Esta concepção não foi originada de uma pesquisa específica, mas de 30 anos de dedicação ao assunto”, diz o pesquisador que tem seu currículo um doutorado pela PUC-SP e quatro pós-doutorados (Universidade de São Paulo, Universidade de Havana, London School of Economics e École de Hautes Études em Sciences Sociales). O pesquisador se declara ele próprio um worklover, e deixa claro qual é a diferença deste para um workaholic: “A figura do workaholic, que todos já ouviram falar, existe. Mas não é um sinônimo de trabalhar bastante, é sinônimo de ter uma relação problemática com o trabalho”. De acordo com o pesquisador, o workaholic é aquele que usa o trabalho como uma forma de fuga. Ou seja, é a pessoa que se dedica demais às tarefas profissionais porque outros aspectos da vida – como a família, por exemplo – são fontes de angústia. O termo workaholic, de origem norte-americana, já indicia uma forma de vício, de compulsão por sua proximidade com a palavra inglesa para “alcoólatra” (alcoholic). Workaholics precisam de acompanhamento especializado de profissionais de saúde, já que o trabalho é exercido com a compulsão dos viciados, e acaba se tornando em última instância uma forma de sofrimento psíquico. Outro caso completamente diferente é o dos worklovers, pessoas que trabalham muito, amam o que fazem, e mantêm uma relação saudável com suas atividades. “O trabalho tem que ser uma fonte de prazer”, diz Codo. “Assim como outras atividades prazerosas, a comida, a bebida, o sono, sexo, ele é um dos pilares de sobrevivência do ser humano. Tudo o que contribui para a sobrevivência e prosperidade da espécie é prazeroso”, conclui. Alegrias Antes de classificar alguém que trabalha muito como workaholic, portanto, é preciso saber qual é a relação que ele mantém com uma carga de atividades que toma diversas horas de seu dia. A classificação precipitada pode acabar sendo enganosa, se aplicada a um profissional dedicado que usufrui das alegrias que o mundo do trabalho pode proporcionar sem se esquecer de outras relações sociais. O consultor Walter Machado de Barros concorda: “Apesar de estar numa idade em que muitos estão se aposentando, nem penso nisso”. O trabalho de consultoria em empresas que estão passando por dificuldades, o põe em contato com empresários “que não estão muito felizes”. Mas, de acordo com Barros, é a motivação de ver a empresa novamente nos eixos que o anima sempre. Para Wanderley Codo, um caso clássico: a alegria de ver um trabalho cumprido é uma das características do worklover, enquanto o workaholic não consegue extrair da profissão o mesmo grau de satisfação, numa atitude compulsiva. Se na própria empresa, na Anhanguera e no BIC Banco, Barros recebe por seus serviços, as atividades no World Trade Center e no IBEF são voluntárias. “Mas, não é por ser ocupado que deixo de ter uma vida social ativa”, diz. Casado, pai de dois filhos e com dois netos, o consultor faz duas viagens de férias por ano ao exterior com a esposa, e recentemente encontrou uma nova paixão, da qual ela jura não ter ciúmes: o bacalhau. Aos fins-de-semana ele reúne os amigos para experimentar os mais inventivos pratos que prepara com base no nobre pescado. Quais os planos dele para 2010? Ampliar um programa de formação para jovens executivos de finanças do Instituto e reservar um espaço maior às sextas-feiras para visitar os amigos.

Você fracassou. E agora?





Como você lida com os fracassos, o que eles significam pra você e como tirar proveito deles?



Por Vagner Santos

Ao contrário das fórmulas de sucesso, hoje vamos falar do fracasso, ou melhor, o quanto ele pode ser fundamental no desenvolvimento e aprimoramento da vida. As três perguntas acima são básicas, nada fáceis de responder, que todos se fazem mais dia, menos dia. Como nosso tema é dinâmicas de grupo, falemos sobre o fracasso nesse processo. Se pensarmos em um grupo de 10, 15 participantes, apenas três ou quatro serão aprovados para a próxima fase. O número se reduz a um caso seja a última etapa de uma seleção para o preenchimento de apenas uma vaga. Assim, concluímos que o número de fracassos é muito superior ao de sucessos, daí a importância de extrair aprendizados. Certo dia, ouvi de alguém que procurava trabalho: “quando fico sabendo de uma vaga logo pergunto para a empresa como será o processo seletivo. Se tiver dinâmica de grupo, desisto na hora!”. Isso me chocou tanto do lado da empresa quanto do candidato. Imediatamente questionei-me: “Como terá sido a definição das atividades de seleção que causou tanto impacto negativo? Como terá sido a condução das dinâmicas, que provocou tamanho trauma? O que essa criatura passou que a levará a grandes impedimentos futuros?”. As dinâmicas de grupo não são utilizadas apenas nos processos seletivos, mas em inúmeras atividades de desenvolvimento profissional, como palestras, treinamentos e reuniões. Isso quer dizer que, mesmo que o indivíduo “drible” a dinâmica no processo seletivo, isso não acontecerá no dia a dia de trabalho, a não ser que desista também do emprego. E por quanto tempo fará isso? Quantas vezes desistirá do seu sucesso por conta do(s) fracasso(s) anterior(es)? Uma das formas mais efetivas de “não fracassar” é aprender com ele. Você poderá efetivamente “perder”, mas não entenderá dessa forma, pois conseguirá transformar esse momento e absorver o que traz de bom. E há muitas coisas boas; vamos ver juntos. Após seu “aparente fracasso” na dinâmica, se for difícil para você reverter o quadro negativo imediatamente, permita-se uma rápida viagem ao “fundo do poço”: chore, esperneie, grite, xingue. Depois respire fundo e reflita o mais objetivamente possível sobre o momento: Como você chegou à dinâmica? Como esse estado de espírito influenciou sua performance? Como reagiu diante dos demais candidatos? Alguém se destacou positivamente? E negativamente? Quais informações obtém dessa observação? Como analisa seu “destaque”? O que foi mais difícil para você? Como superou? Se não, por que não conseguiu superar? O que foi mais fácil para você? Utilizou como ferramenta positiva? Avalie algumas competências (ou como se comportou) considerando: o Comunicação verbal (fluência, domínio da língua, objetividade, clareza) o Comunicação não verbal (postura corporal em pé/sentado, olhares, caretas) o Saber ouvir (espaço para si e para o outro) o Respeito (consigo e com o outro) o Atenção e concentração (foco nas instruções do Facilitador, na fala dos demais candidatos, nos objetivos da atividade) o Responsabilidade (cumprimento de horários, falar/agir e assumir) o Trabalho em equipe (contribuição e comprometimento individual para com o todo) o Dinamismo (energia vital, vivacidade) o Iniciativa (tomada de posição/decisão, assumir o ônus e a responsabilidade de iniciar) o Ética (prática de valores positivos que consideram as partes e o todo) Essas questões lhe darão as respostas para as perguntas iniciais do nosso texto. As competências acima são comuns à maioria dos processos seletivos e refletir sobre elas o ajudará em sua preparação. Assim, com base nessas reflexões, considere o processo seletivo que você “fracassou” e responda: Como você lidou com esse fracasso? O que ele significou para você? O que significa agora? O que foi positivo e você deve “investir”? O que foi negativo e você deve evitar? Como tirar proveito desse momento, ou seja, o que aprendeu e que será aplicado na próxima dinâmica que participar? Mantenha uma atitude comprometida consigo próprio e prepare-se para o sucesso. PARTICIPE TODOS OS SABADOS DO NOSSO WORSHOP DE GESTÃO DE CARREIRAS. INVESTIMENTO EM SUA CARREIRA E SUCESSO PARA SE PRESENTE E FUTURO. http://www.unionholdings.com.br/



Dicas para arrumar um emprego
Consultoria de RH revela o que seduz empresas na busca por profissionais

Qual o modelo de currículo ideal?
Como devo me portar em uma entrevista? O que preciso ter e fazer para seduzir o empregador e conquistar uma vaga? Para quem está em busca de uma colocação ou reposição no mercado, estas são dúvidas constantes.A UNION HOLDINGS, empresa especialista na Seleção de Talentos, Formação, Desenvolvimento e Consultoria Estratégica de Pessoas nas Organizações, desvenda esse mistério, revela o que as empresas estão buscando e dá dicas para os candidatos.

“Na UNION temos um observatório privilegiado daquilo que nos pedem as empresas empregadoras e, em geral, elas buscam formações diversas, competências completas e conhecimentos de idiomas. Há casos em que não é exigida experiência”, explica Vagner Santos, Diretor da UNION HOLDINGS Ainda de acordo com o especialista, as corporações também têm expectativa com relação a quatro características nos candidatos: segurança, solidariedade, sabedoria e sorriso.
Veja algumas dicas práticas de Vagner Santos para se alcançar o sucesso na busca de emprego:
Dedique mais tempo de reflexão sobre seu futuro, questionando sobre onde você deseja estar e ao que quer se dedicar pelo resto da vida.
As principais decisões que te afetam estão em suas mãos. Eleja a atitude que deseja ante a vida e a forma de gerenciar as decisões que te afetam.
Não saber para onde ir é a melhor maneira de se chegar a lugar nenhum, salvo se a “sorte” te fizer chegar a um bom destino. Se você não dirigir o teu destino, outras pessoas o farão por você.
Elabore bem seu CURRICULO (C.V.) e deixe (pessoalmente e online) nas organizações que você tenha definido como “objetivo” e nas empresas de Recrutamento e Seleção de Pessoal que tenham CREDIBILIDADE.
Aprenda a ler os jornais/revistas especializadas de “outra maneira”, destacando os nomes de diretores, sites, necessidades futuras, etc.
Utilize sua rede de contatos (networking).
Explore as oportunidades de emprego disponíveis na Internet (site das empresas que você tenha selecionado, por exemplo).
“Todas essas iniciativas não costumam ter nenhum custo ao profissional. Portanto, cautela e cuidado com os oportunistas e exploradores que cobram pela ‘venda de vagas de emprego’”, avisa Vagner Santos, da UNION HOLDINGS.
A UNION HOLDINGS
Fundada no Brasil, em 2003, é uma empresa prestadora de serviços em consultoria, recrutamento e seleção de pessoas e prestação de serviço terceirizados.
Veja no site: http://www.unionholdings.com.br/
Ao longo desses anos, a Organização vem se diferenciando graças à incorporação das técnicas mais avançadas de gestão do enfoque e consideração do fator humano. E, com isso, cria valor de modo sustentável para os clientes, trazendo reduções de custos, ampliando as margens e alcançando resultados econômicos e gerenciais expressivos.A UNION atua com um estilo personalizado com cada cliente, tendo sempre como pilares valores como:• Vitalidade
• Orientação ao cliente e a resultados
• Ética - Rigor profissional
• Confiança nas pessoas
• Compromisso social
• Espírito de melhoria contínua
• Orgulho da marca
• Excelência profissional
Com a qualidade de seus serviços e de sua equipe, a UNION tornou-se referência na Bahia especialmente em Feira de Santana onde ela nasceu.
Entre os serviços prestados pela UNION estão:
• Seleção de profissionais, executivos e head hunting;
• Soluções para Gestão Estratégica de Negócios e de Recursos Humanos;
• Treinamento e desenvolvimento;
• Coaching.
• Terceirização Plena de Serviços.
Hospitalar, Industrial, Jardinagem, Portaria e Vigilancia, etc...
O profissional do século XXI

Como ele reage às novas exigências, absorve conhecimentos e investe no auto-desenvolvimento

Por Vagner Santos


O mercado de trabalho exige cada vez mais dos profissionais, sejam eles novatos ou experientes. O fato é que este mesmo mercado tem mudado em várias de suas características: quanto ao tamanho, distribuição geográfica, surgimento, diminuição ou até mesmo desaparecimento de algumas profissões, caracterização do vínculo empregatício, entre outras. Diante desse cenário, tornam-se inerentes a necessidade de adaptação e a absorção de novas competências (conhecimentos, habilidades e experiências). Não obstante, a capacidade de percepção e flexibilização também surgem como fatores-chave na hora da contratação.
E como deve ser o profissional do século XXI?
Bem, ele deve possuir muitas características, entre elas, empreendedorismo, resiliência, pró-atividade, liderança energizadora, percepção, comunicação, persuasão, assertividade, criatividade, cultura, humanismo. Todas elas têm sido muito requisitadas pelas empresas, mas devemos lembrar que não se trata de buscar profissionais supra-humanos, visto que isso é impossível e têm levado muitos a um nível elevado de estresse. Trata-se, apenas, de reconhecer seus potenciais e limitações, e, a partir daí, de forma equilibrada e estruturada, buscar o auto-desenvolvimento.
Também não podemos esquecer da relevância da tecnologia na vida de um profissional globalizado. Independentemente da área do conhecimento, ela fornece a base conceitual necessária a uma evolução do pensamento e da análise. Ainda, a utilização de ferramentas tecnológicas é um fator de diferenciação no mercado de trabalho. Compreender claramente o ambiente altamente tecnológico em que vivemos e suas correlações é fundamental para qualquer profissional, mas nada exacerbado que nos torne consumidores compulsivos dessas tecnologias. Por outro lado, os profissionais não podem ficar desatualizados com tal evolução e devem saber usá-la a seu favor para gerar resultados efetivos.
Relacionar-se bem e manter uma boa relação no ambiente de trabalho também é essencial ao perfil do profissional. A produtividade, a criatividade, o sucesso da empresa e do profissional, e tantos outros fatores, dependem de um ambiente de trabalho saudável. Daí cabe a pergunta: deve haver competição? Sim, deve. Um tipo a qual podemos chamar de coopetição. Isto é, uma competição pela melhoria, pelo sucesso, que aumente os níveis de cooperação, de integração, de ganhos para todos. Pode parecer um sonho, mas não é. É uma questão de mudança de paradigmas.
Assim como é citado no livro O Monge e o Executivo , de James Hunt, são abordadas questões muito importantes para uma condução saudável de um relacionamento no ambiente de trabalho, com afeição e respeito no cuidado com as pessoas. E na prática isso funciona. Basta criar um ambiente propício para que isso aconteça.
Uma questão que ainda divide opiniões e levanta dúvidas, diz respeito à qualificação. Afinal, os profissionais devem saber um pouco de tudo ou aprofundar-se num único assunto? Depende do momento em que esse profissional se encontra. No entanto, num mundo globalizado e de mudanças rápidas, com conexões e competências cada vez mais complexas, é impossível adotar uma ou outra visão polarizada. Um bom exemplo disso é que muitas organizações contratam profissionais oriundos da área de exatas para atividades financeiras ou administrativas, enquanto outras trazem profissionais das áreas de humanas ou artes para atuar junto a grupos altamente técnicos.
As mudanças acontecem num piscar de olhos, e como é impossível prever o futuro desse mercado com precisão, o que podemos fazer é analisar o presente e estimar boas dicas para o futuro. Dessa forma, arrisco alguns conselhos:
Faça o que você gosta e ame o que você faz.
Seja dedicado, persistente, lute por aquilo que você acredita e deseja.
Goste das pessoas, tenha humor e uma visão positiva da vida, mesmo naqueles momentos nos quais você teria todos os motivos para desistir.
Trabalhe, trabalhe muito, mas trabalhe sabendo aonde você quer chegar.
Defina um objetivo claro para sua vida pessoal e profissional, mas um objetivo bem definido, bem estruturado e suportado por um plano de ação. Você pode!
Acredite nisso e faça com que essa seja sua energia vital. Boa sorte!
Vagner Santos é Diretor da UNION HOLDINGS.(http://www.unionholdings.com.br/)

QUER SER TRAINEE? SAIBA SE VOCÊ TEM O PERFIL...

Quer ser trainee? Saiba se você tem o perfil
Não basta formação acadêmica e fluência no inglês; as empresas querem profissionais com visão macro, capazes de administrar a própria carreira.
Por Vagner Santos
Gerir a própria carreira, ter visão macro, espírito de liderança e iniciativa. Essas são apenas algumas das características procuradas nos candidatos a vagas de trainees, jovens recém-formados em início de carreira que serão responsáveis por dirigir a organização. A preocupação com a sucessão levou as empresas, em sua maioria de grande porte, a aumentarem significativamente os programas de trainee nos últimos dois anos. E elas pagam bem: em média, um trainee recebe R$ 4 mil por mês e tem os mesmos direitos que os outros colaboradores da companhia, garantidos pela legislação trabalhista. Mas conquistar uma vaga para o cargo no mercado de trabalho não é tarefa fácil. As empresas costumam receber em média 30 mil inscrições para os programas de trainees em seus sites corporativos.
A concorrência requer dos candidatos uma boa formação universitária e cultural. Geralmente, os processos seletivos para as vagas incluem testes de raciocínio-lógico, inglês e conhecimentos gerais. Após essa etapa, os trainees costumam passar por dinâmicas de grupos, apresentações pessoais e entrevistas com gestores. Nem todas as empresas exigem experiência para o cargo, mas é necessário estar preparado para enfrentar essa maratona de seleção. Jovens formados em Administração, Economia, Engenharia e Comunicação são os mais buscados pelas organizações que contratam trainees para preparar futuros dirigentes.
“São empresas que preferem formar internamente esses jovens, dentro da sua cultura e valores, garantindo que esses princípios sejam preservados. Além disso, garantem um maior acerto nos processos de preenchimento de cargos vagos, pois conhecem bem o candidato interno, que já está adaptado a sua cultura e já conhecem seus processos”.
Um trainee deve ter visão crítica e global, excelentes conhecimentos de idiomas, espírito de grupo, liderança e ambição saudável:
“Desde o primeiro dia de trabalho, ele deve tomar sua carreira nas próprias mãos. Deve buscar se desenvolver técnica e comportamentalmente, aceitar e buscar feedback, buscar projetos com alto grau de desafio e de exposição.”
O Gestor de Seleção Jailson Borges da UNION HOLDINGS, explica que apesar de os trainees terem a possibilidade de conhecer todas as áreas da empresa, eles são contratados para realizar tarefas definidas. Segundo ele, ao final do programa, nem sempre os trainees assumirão um cargo de gerência. Isso porque, para ocupar tal posto, eles precisam ter maturidade. E, em muitos casos, os trainees não alcançam o amadurecimento necessário para mudar de cargo ao final de um programa. “Cabe ao trainee buscar coisas novas. O profissional que tem uma visão macro da empresa deve propor projetos. Ele não pode esperar feedback. O trainee é o responsável pela sua carreira. Ele deve estabelecer parcerias, construir seu network, aprimorar-se”, ressalta a coordenadora de seleção.Ele destaca que para assumir cargos de responsabilidade na organização, o trainee tem de estar preparado para lidar com situações adversas e deve propor soluções. “Ele deve ser pró-ativo, saber transmitir suas ideias, definir prioridades, ter capacidade analítica”, observa. www.unionholdings.com.brNão basta formação acadêmica e fluência no inglês; as empresas querem profissionais com visão macro, capazes de administrar a própria carreira.
Por Vagner Santos
Gerir a própria carreira, ter visão macro, espírito de liderança e iniciativa. Essas são apenas algumas das características procuradas nos candidatos a vagas de trainees, jovens recém-formados em início de carreira que serão responsáveis por dirigir a organização. A preocupação com a sucessão levou as empresas, em sua maioria de grande porte, a aumentarem significativamente os programas de trainee nos últimos dois anos. E elas pagam bem: em média, um trainee recebe R$ 4 mil por mês e tem os mesmos direitos que os outros colaboradores da companhia, garantidos pela legislação trabalhista. Mas conquistar uma vaga para o cargo no mercado de trabalho não é tarefa fácil. As empresas costumam receber em média 30 mil inscrições para os programas de trainees em seus sites corporativos.
A concorrência requer dos candidatos uma boa formação universitária e cultural. Geralmente, os processos seletivos para as vagas incluem testes de raciocínio-lógico, inglês e conhecimentos gerais. Após essa etapa, os trainees costumam passar por dinâmicas de grupos, apresentações pessoais e entrevistas com gestores. Nem todas as empresas exigem experiência para o cargo, mas é necessário estar preparado para enfrentar essa maratona de seleção. Jovens formados em Administração, Economia, Engenharia e Comunicação são os mais buscados pelas organizações que contratam trainees para preparar futuros dirigentes.
“São empresas que preferem formar internamente esses jovens, dentro da sua cultura e valores, garantindo que esses princípios sejam preservados. Além disso, garantem um maior acerto nos processos de preenchimento de cargos vagos, pois conhecem bem o candidato interno, que já está adaptado a sua cultura e já conhecem seus processos”.
Um trainee deve ter visão crítica e global, excelentes conhecimentos de idiomas, espírito de grupo, liderança e ambição saudável:
“Desde o primeiro dia de trabalho, ele deve tomar sua carreira nas próprias mãos. Deve buscar se desenvolver técnica e comportamentalmente, aceitar e buscar feedback, buscar projetos com alto grau de desafio e de exposição.”
O Gestor de Seleção Jailson Borges da UNION HOLDINGS, explica que apesar de os trainees terem a possibilidade de conhecer todas as áreas da empresa, eles são contratados para realizar tarefas definidas. Segundo ele, ao final do programa, nem sempre os trainees assumirão um cargo de gerência. Isso porque, para ocupar tal posto, eles precisam ter maturidade. E, em muitos casos, os trainees não alcançam o amadurecimento necessário para mudar de cargo ao final de um programa. “Cabe ao trainee buscar coisas novas. O profissional que tem uma visão macro da empresa deve propor projetos. Ele não pode esperar feedback. O trainee é o responsável pela sua carreira. Ele deve estabelecer parcerias, construir seu network, aprimorar-se”, ressalta a coordenadora de seleção.Ele destaca que para assumir cargos de responsabilidade na organização, o trainee tem de estar preparado para lidar com situações adversas e deve propor soluções. “Ele deve ser pró-ativo, saber transmitir suas ideias, definir prioridades, ter capacidade analítica”, observa. www.unionholdings.com.br

COMO ELABORAR UM CURRICULO

Currículo é bem mais do que tudo o que você sabe fazer

O currículo é o seu vendedor, sua propaganda nas mãos do recrutador. Mas não se iluda. As boas empresas recebem dezenas, centenas de currículos por dia. E o que vai fazer o seu se destacar nesta pilha, não é um papel extravagante, uma fonte rebuscada, uma foto descontraída! O que o recrutador busca é conteúdo.
Então, em primeiro lugar, não cometa o erro de achar que escrever um currículo é apenas listar em uma folha de papel as empresas e cursos que fez.
Invista seu tempo para se repensar, analisar sua carreira, seus pontos fortes e fracos, aquilo que o destaca dos demais. A internet está cheia de sites que oferecem modelos de currículos que só precisam ser preenchidos. Não cometa este erro. Sua experiência é única, e seu currículo deve refletir esta diferença. Inspire-se nos modelos, mas crie seu próprio currículo.
Vamos nos colocar no lugar de um recrutador. Imagine ter que analisar uma pilha de dezenas de currículos de candidatos a uma determinada vaga. Com certeza, o que essa pessoa quer é ler informações relevantes, claras, focadas, em um formato limpo e não cansativo.
O currículo deve ter uma boa apresentação: papel de qualidade, branco, liso e em formato A4. Você não está criando um panfleto promocional. Evite bordas, molduras, imagens, gravuras e fotos. Imprima em formato retrato! Você não quer que o entrevistador tenha que virar seu currículo toda vez que o retirar da pilha. Use no máximo duas folhas, sem capas ou envelopes. Você pode passar uma imagem de ser prolixo e pouco focado. Lembre-se do recrutador e sua pilha de currículos: ele não quer perder tempo com informações irrelevantes.
Há uma frase de Henry Ford que quero usar como exemplo nesta situação. Ele dizia que o modelo T, que popularizou o carro, podia ser comprado em qualquer cor, desde que fosse preto. No caso da cor da fonte usada no currículo, vale o mesmo: preto é sempre o indicado. Já a fonte escolhida deve ser simples como Times New Roman, Arial ou Verdana, com tamanho entre 10 e 12. Menor que isso, fica ilegível e cansa. Maior que isso, vai parecer que você quer “engordar” o currículo aumentando a letra.



E por favor: Escreva corretamente! Não é preciso usar uma linguagem rebuscada. Escreva de forma simples, mas use a gramática e o dicionário. Pontue, acentue, corrija, confira, use o corretor automático, releia, peça ajuda dos amigos. Mas nunca entregue um currículo com erros.
Uma versão ou várias?
Muitas pessoas acham que devem escrever um só currículo e enviá-lo a todas as empresas. Esta é uma noção errada. Faça currículos personalizados. Pesquise a empresa, busque informações sobre o cargo, analise quais competências e quais realizações de sua carreira podem ser exploradas de forma a destacar você dos concorrentes.
Outra idéia errada é achar que o cargo pretendido deve ser deixado em aberto. Se coloque novamente no lugar do recrutador: ao se deparar com um currículo sem foco definido, ele vai considerar que o profissional não possui uma especialização e um conhecimento aprofundado em determinada área, o que certamente o desqualificará em comparação a outros candidatos.
Quanto ao conteúdo, o bom currículo deve conter uma caracterização sobre você, suas competências, realizações e conquistas. Precisa conter também informações sobre as suas experiências profissionais e sobre sua formação acadêmica, além de outros cursos e atividades que possam ajudar a definir você como profissional. Dizer que é voluntário em um programa de desenvolvimento de pessoas carentes é importante, mas falar que joga futebol toda terça-feira com os amigos pode não ser tão relevante assim.
E o fundamental: informações de contato atualizadas, completas e acessíveis. Se o recrutador não conseguir entrar em contato com você no momento em que decidir o processo de seleção, o que adiantou ter se dedicado tanto a escrever um bom currículo?
É hora de se preparar: você estará nesta situação outras vezes
Há alguns anos, as pessoas tinham um só emprego durante toda a sua vida. Quem trocava constantemente de emprego era malvisto pelas empresas. Tinha a “carteira suja”. Hoje, é não só comum como até recomendável que o profissional tenha várias experiências profissionais. Mantenha seu currículo atualizado. Isto não significa apenas reescrevê-lo. Significa que você precisa se desenvolver constantemente, alimentar sua rede de relacionamentos, alcançarem novas conquistas e enriquecer sua carreira!
É hora de não deixar a vida te levar!
Agora é com você. Analise sua vida profissional, defina aonde quer chegar, e o que gostaria de fazer no futuro. Aproveite para investir em network e conhecer pessoas novas. E saiba que momentos de transição vão acontecer com freqüência em seu caminho. Use-os a seu favor!
Union Holdings Gestão de RH & Multiserviços Ltda.

DICAS IMPORTANTES PARA UMA BOA ENTREVISTA DE EMPREGO


DICAS IMPORTANTES PARA UMA BOA ENTREVISTA

1) Seja você mesmo não queira inventar um personagem que não existe, só para a entrevista. Os selecionadores percebem a artificialidade, e lá se vai sua chance de progredir no processo.
2) Esqueça seus problemas do lado de foraNão fique lamentando o falecimento de um ente querido ou a falta de dinheiro para pagar as contas. A empresa não quer saber de resolver os seus problemas, quer saber se você pode contribuir para resolver os problemas dela. Portanto, ao sentar-se diante do entrevistador, fale sobre como você pode contribuir para o sucesso da empresa.
3) Jamais MintaHoje em dia, um simples telefonema ou acesso à internet derruba a mais simples mentirinha que você conta numa entrevista. E por mais inofensiva que você pense que a “mentirinha” é, pode detonar sua imagem. Portanto, caso tenha que relatar algo incômodo, que envolva outras pessoas ou a empresa onde trabalha, procure ser verdadeiro e elegante sem ferir a ética, mas diga sempre a verdade.
4) Cuidado com as palavrasEvite ser excessivamente formal utilizando palavras pomposas que possam soar como arrogância. Porém, não caia no outro extremo de estabelecer intimidade com o entrevistador, mesmo que ele seja cordial e amistoso. Lembre-se: é uma entrevista de trabalho e deve ser conduzida como tal. Palavrões, gíria, expressões de intimidade forçada “fala aí campeão”, “meu anjo”, “querida” devem ser abolidas do seu dicionário.
5) Atraso jamaisChegue sempre 10 minutos antes e leve um currículo de reserva. Não custa prevenir. Qualquer tipo de atraso tem que ser avisado, se for mais de 10 minutos, ofereça-se para marcar outro dia.6) Que roupa usarEsteja atento ao que vai usar. Prefira roupas discretas como: calças sociais, ternos, camisas, ternos femininos, cores sóbrias e pouca maquiagem. Você pode ser um excelente profissional, mas lembre-se " você raramente tem uma segunda chance para criar uma boa aparência ".Evite cores extravagantes, decotes, jeans, bermudas, camisetas, bonés.Mantenha o cabelo cortado e as unhas em ordem.
7) Em Geral:NUNCA: Aperto de mão mole, celular ligado dentro da sala, excesso de perfume, fugir das perguntas, fumar, mascar chicletes, roer unhas e olhar demais no relógio, enquanto aguarda a sua vez;
SEMPRE: olhe nos olhos do interlocutor, sorria naturalmente, agradeça genuinamente pela oportunidade e principalmente lembre que um processo seletivo é uma rua de duas mãos: você está sendo escolhido, mas também está lá para escolher se quer ou não trabalhar para aquela empresa
PERGUNTAS FREQUENTES EM UMA ENTREVISTA
Fale-me sobre você. Quais são os seus pontos fracos? Quais são seus pontos fortes? São algumas das perguntas mais freqüentes a que são submetidos os candidatos.mas quais seriam as respostas mais adequadas para cada caso.
Fale-me sobre vocêNesta pergunta é interessante fazer um relato resumido sobre sua experiência profissional, destaque qualidades pessoais e formação relevantes para o cargo. Ao final da resposta, pergunte ao entrevistador quais pontos ele quer que você detalhe mais. O uso desta estratégia é importante para descobrir em que área de sua experiência profissional ele está mais interessado. Aproveite o discurso para também fazer seu marketing pessoal. Não ultrapasse 2 minutos. Prepare-se com antecedência.
Quais são seus pontos fracos?Fale que você tem várias competências para concorrer a vaga, mas está também trabalhando para melhorar habilidades em... Através de... Aproveite para reforçar as competências para o cargo, mas fale que precisa melhorar determinadas características.Em vez de um ponto fraco, mostre um ponto a desenvolver. O entrevistador se preocupa primeiro em saber se você se conhece, depois, em como você lida com as suas deficiências.
Quais são seus pontos fortes?Destaque alguns pontos fortes, levando em consideração, o perfil do cargo almejado. O entrevistador quer saber, sob o seu ponto de vista, o que o diferencia dos outros candidatos para a vaga. Aproveite para fazer também, discretamente, o marketing pessoal.
Destaque uma situação desafiadora em sua carreira.Cite um caso de sucesso que esteja relacionado ao perfil do cargo como, por exemplo: "Aumentei a velocidade do atendimento em X%, aumentando o faturamento, utilizando a estratégia....". Não Ultrapasse 2 minutos.
Por que está deixando o emprego atual ou anterior?Diga a verdade, de maneira resumida, procure ressaltar o seu dinamismo e a busca crescente de desafios profissionais.Evite entrar em detalhes que possam comprometer a sua entrevista.
Por que você acha que devemos contratá-lo?Explique como seu perfil e sua experiência podem trazer os benefícios e os resultados esperados para a empresa.Nesta pergunta, o entrevistador quer saber é se você vai fazer parte dos problemas ou das soluções da empresa.
Quais são as suas pretensões salariais?Responda de forma breve que, considera diversos pontos que envolvem esta posição, salário é uma questão secundária. Diga estar mais preocupado com o desafio profissional. Demonstre flexibilidade na questão salarial, pois isso é muito bom na negociação. Saiba que a primeira pessoa a dar um valor estará em grande desvantagem, por isso não tenha pressa.
Deixe para falar sobre isso ao final do processo seletivo, quando já terá demonstrado que será uma solução para os problemas da empresa. Neste momento, o entrevistador estará convencido de que precisa de você e você atinge um valor ideal na negociação.
Você tem alguma dúvida?Faça questões pertinentes, focadas no negócio. Faça perguntas relacionadas à empresa, ao ramo de atividade da empresa e ao cargo. Desta forma, você passa a impressão de que está preocupado em conhecer melhor a companhia, seus desafios e suas dificuldades para melhor contribuir para o seu crescimento.
Como você se prepara emocionalmente para uma entrevista?Responda que procura fazer algo que traga paz interior e equilíbrio físico e mental: "Faço natação, leio um livro, ouço música". A contratação é um processo emocional, por isso quem consegue se preparar emocionalmente extrairá o melhor de si com tranqüilidade, autoconfiança e simpatia.
Em uma situação de entrevista, quais são seus objetivos?Procure falar sobre suas competências de maneira segura e objetiva, relacionando-as com os requisitos para o cargo.Desenvolva empatia com o entrevistador e tente obter feedback.
Como você pode criar um clima de empatia com o entrevistador?Identifique alguma área de interesse profissional ou pessoal do entrevistador e faça algumas perguntas sobre elas. É fundamental tentar fazer o entrevistador se identificar com você. Ele está interessado em saber se você é uma pessoa de fácil relacionamento, pronto para compartilhar os valores da empresa.
No final de uma entrevista, quais são as melhores perguntas a fazer ao entrevistador?Aproveite este momento para dirimir dúvidas que ainda existam com relação à sua adequação para o cargo. Procure descobrir o que o entrevistador sente com relação às suas competências e pergunte quais são suas possibilidades para a posição.

BOA SORTE